{"id":1224,"date":"2017-06-17T17:03:18","date_gmt":"2017-06-17T17:03:18","guid":{"rendered":"http:\/\/mpc.ba.gov.br\/e\/?p=1224"},"modified":"2019-04-17T15:51:46","modified_gmt":"2019-04-17T15:51:46","slug":"1224-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mpc.ba.gov.br\/e\/1224-2\/","title":{"rendered":"TCE\/MS tenta barrar controle do Minist\u00e9rio P\u00fablico de Contas, mas \u00e9 travado pelo STJ"},"content":{"rendered":"<p>Fonte: TopM\u00eddiaNews\u00a0<a href=\"http:\/\/m.topmidianews.com.br\/politica\/tce-tenta-barrar-controle-do-ministerio-publico-de-contas-mas-e\/70563\/\">(Link)<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/mpc.ba.gov.br\/e\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/stj.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-1225 alignleft\" src=\"http:\/\/mpc.ba.gov.br\/e\/wp-content\/uploads\/2017\/07\/stj.jpg\" alt=\"\" width=\"255\" height=\"255\" \/><\/a>A ministra do STJ (Superior Tribunal de Justi\u00e7a), Assusete Magalh\u00e3es, acatou mandado de seguran\u00e7a impetrado pela AMPCON (Associa\u00e7\u00e3o Nacional do Minist\u00e9rio P\u00fablico de Contas \u2013 AMPCON) solicitando a anula\u00e7\u00e3o de sess\u00e3o plen\u00e1ria administrativa realizada pelo TCE\/MS (Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul) em 25 de fevereiro.<\/p>\n<p>A Corte Fiscal havia anulado quatro portarias e uma resolu\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio P\u00fablico de Contas, que regulamentavam o processamento interno das informa\u00e7\u00f5es recebidas no protocolo do \u00f3rg\u00e3o ministerial, todos atos do Procurador-Geral de Contas, sem a presen\u00e7a de nenhum representante da institui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do protocolo interno, os atos anulados instauravam procedimentos administrativos para investigar a regularidade de contratos de servi\u00e7o de inform\u00e1tica pelo Detran\/MS, a aus\u00eancia de nomea\u00e7\u00e3o, no mesmo \u00f3rg\u00e3o, de candidatos aprovados em concurso p\u00fablico; irregularidades na nomea\u00e7\u00e3o em cargos comissionados em Anauril\u00e2ndia; irregularidades na atual gest\u00e3o de Ribas do Rio Pardo, bem como problemas no Edital de Preg\u00e3o Presencial 316\/2015, feito pela prefeitura de Campo Grande.<\/p>\n<p>\u201cCom raz\u00e3o, o poder de requisitar documentos e informa\u00e7\u00f5es \u00e9 essencial para o Minist\u00e9rio P\u00fablico, qualquer que seja ele, comum ou especial. \u00c9 essencial para ele bem exercer suas fun\u00e7\u00f5es de proteger a sociedade, pois para isso foi criado, para representar a sociedade e fazer prevalecer os seus interesses. [&#8230;] Se assim \u00e9, n\u00e3o poderia ser diferente justo com o Minist\u00e9rio P\u00fablico, que ao buscar informa\u00e7\u00f5es ou documentos junto aos poderes e \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos falo-a em nome e para a sociedade\u201d, destaca a ministra.<\/p>\n<p>O TCE\/MS alegou que n\u00e3o havia nenhuma imposi\u00e7\u00e3o de se convocar o Procurador-Geral do Minist\u00e9rio P\u00fablico de Contas para participar da sess\u00e3o administrativa porque, de acordo com o art. 55 do Regimento Interno da Corte de Contas, \u201cas mat\u00e9rias tratadas nas sess\u00f5es administrativas s\u00e3o de natureza\u00a0<em>interna corporis<\/em>\u201d e a convoca\u00e7\u00e3o do representante da institui\u00e7\u00e3o \u00e9 facultativa, \u201ca crit\u00e9rio do Presidente ou de Conselheiro\u201d.<\/p>\n<p>No entanto, a AMPCON rebateu que foi censurada e que a resolu\u00e7\u00e3o garantiria mais transpar\u00eancia e determinava que, &#8220;antes da ado\u00e7\u00e3o de medidas junto ao Tribunal e outros \u00f3rg\u00e3os de controle, seja verificada a legitimidade e veracidade dos fatos que relatem ou demonstrem a ocorr\u00eancia de irregularidades no \u00e2mbito da Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica Estadual e Municipal\u201d.<\/p>\n<p>Segundo a Associa\u00e7\u00e3o, houve ofensa aos princ\u00edpios constitucionais do contradit\u00f3rio e ampla defesa, publicidade e do devido processo legal. \u201cEmbora o Minist\u00e9rio P\u00fablico de Contas tenha sido direta e frontalmente afetado pelo ato impugnado, em momento algum foi instado a se manifestar. [&#8230;] Como visto, o ato impugnado foi uma manifesta\u00e7\u00e3o colegiada do Tribunal de Contas, cujo pronunciamento deve advir de sess\u00e3o p\u00fablica, com pauta previamente designada para aprecia\u00e7\u00e3o do referido processo\u201d.<\/p>\n<p>O argumento foi acatado pelo STJ. \u201cPercebe-se, assim, sem muito esfor\u00e7o, que a atua\u00e7\u00e3o do Tribunal de Contas ofendeu sobremaneira as prerrogativas institucionais do Minist\u00e9rio P\u00fablico de Contas, subtraindo-lhe direito constitucional, revestindo-se o ato de ilegalidade, corrig\u00edvel por meio de Mandado de Seguran\u00e7a\u201d, finaliza Aussete.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fonte: TopM\u00eddiaNews\u00a0(Link) A ministra do STJ (Superior Tribunal de Justi\u00e7a), Assusete Magalh\u00e3es, acatou mandado de seguran\u00e7a impetrado pela AMPCON (Associa\u00e7\u00e3o Nacional do Minist\u00e9rio P\u00fablico de Contas \u2013 AMPCON) solicitando a anula\u00e7\u00e3o de sess\u00e3o plen\u00e1ria administrativa realizada pelo TCE\/MS (Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul) em 25 de fevereiro. 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